quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Sport recebe Botafogo nesta quarta-feira

Foto: Williams Aguiar/Sport Club do Recife


Superesportes

Para o Sport não ser rebaixado, a matemática mais simples exige que o time ganhe metade dos seis jogos restantes na Série A. Serão três partidas em casa até o fim do campeonato, ou seja, o Rubro-negro poderá decidir sua vida dentro da Ilha do Retiro. A primeira delas será às 20h desta quarta-feira, diante do Botafogo. À espera de um estádio cheio, o Leão precisa voltar a se valer do mando de campo. Em duelo importante, lida com a baixa de Diego Souza, a serviço da seleção brasileira - peça cuja importância é inegável, mas que a ausência não é irreparável. 


Os aproveitamentos do Sport com e sem DS87 no ano são bastante parecidos. Desfalcado dele, “insubstituível” no ponto de vista do interino Daniel Paulista, a equipe tem até um coeficiente ligeiramente melhor (49,2% contra 47,7%). No entanto, em muitas vezes quando o meia não podia jogar, era substituído de forma efetiva pelo hoje machucado Everton Felipe, fio condutor de vitórias na Série A no papel de articulador - como no 3 a 1 sobre o Bahia, no 3 a 0 em cima do Coritiba e no 4 a 3 diante do Grêmio. Na função, havia sido determinante também no 2 a 0 sobre o Santa Cruz, na semifinal da Copa do Nordeste, com direito a gol no Arruda.

Sem Everton desde julho, a responsabilidade da criação pode ficar novamente a cargo dos contestados Wesley ou Thomás. Se não terá Diego, o Sport, por outro lado, deve contar com uma Ilha abarrotada após promoção que concede entrada franca para sócios e ingressos a partir de R$ 10 para outros torcedores. Num ambiente - em tese - hostil ao Botafogo, espera-se o fim da maior seca de vitórias do Leão no ano (sete partidas consecutivas) e também de um inconveniente “jejum” dentro do seu estádio, de cinco jogos seguidos. 

A última vez que o Rubro-negro ganhou em seu campo foi ainda em 13 de setembro, no 3 a 1 aplicado sobre a Ponte Preta, na Sul-Americana. No Brasileiro, o período sem ganhar é ainda maior: perdura desde 20 de julho, quando goleou o Atlético-GO por 4 a 0 há quase um turno. Assim, o "jejum" se estende há oito jogos. Nesta reta final, vencer as três partidas como mandante (Botafogo, Bahia e Corinthians) virou obrigação. Conseguindo esse feito, a equipe chegaria aos 45 pontos, média histórica para a permanência na elite no formato dos pontos corridos, vigente desde 2006. 

Time

A escalação do Sport é uma grande interrogação. Daniel Paulista realizou um treino secreto. Após lesão no tornozelo, Rithely seguirá como dúvida. O Sport já não conta com outro volante, Anselmo - suspenso por expulsão. Pode perder ainda o cabeça de área Patrick que só entrará em campo se o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) acatar um efeito suspensivo do Sport até uma hora antes da partida. Depois de pena cumprida, Samuel Xavier pode voltar à lateral-direita. Com dores na coxa, Raul Prata ainda é uma incógnita para a posição.

Ficha do jogo:

Sport

Magrão; Samuel Xavier (Raul Prata), Henriquez, Durval e Sander; Rithely, Patrick (Thallyson ou Rodrigo), Mena, Rogério (Osvaldo) e Wesley (Thomás), André. Técnico: Daniel Paulista (interino)

Botafogo

Gatito, Arnaldo, Joel Carli, Igor Rabello e Victor Luis; Rodrigo Lindoso, Bruno Silva, João Paulo e Marcos Vinicius; Rodrigo Pimpão e Brenner. Técnico: Jair Ventura.


Estádio: Ilha do Retiro (Recife-PE). Horário: 20h (do Recife). Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Fifa-GO). Assistentes: Bruno Raphael Pires (Fifa-GO) e Leone Carvalho Rocha (GO). Ingressos: entrada franca (sócios), R$ 10 (arquibancada da sede e frontal), R$ 40 (cadeira ampliação e assentos especiais), R$ 60 (cadeiras centrais) e R$ 15 (visitantes).

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